Bonga Shimbun!
Tudo nesse mundo é uma merda. Aqui falaremos de algumas.
domingo, 4 de março de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Estréia do MUSEU DO VHS ADULTO
ENTROU NO AR O MUSEU DO VHS ADULTO
PARA CAPAS DE FILMES PORNÔS E ERÓTICOS
SOMENTE PARA MAIORES!
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Grandes Games Esquecidos: BATMAN (1989) da Sunsoft
Ninguém se lembra desse treco, que injustiça. Lá no ano de 1989 (o melhor ano da minha vida, onde me diverti pra caramba e fiz muitas merdas dignas dos melhores infantes) saiu o primeiro filme do nosso considerado Bátema. Foi um sucesso estrondoso, vendeu brinquedo, todo mundo foi ver isso no cinema, o Jack Nicholson recusou o cachê em troca de porcentagem na bilheteria e o homem acabou ficando mais rico do que já era, uma maravilha. Não tardou pra diversos games do Batman pipocarem. Na onda do filme sairam a adptação pra Nintendinho (que sempre era aquela merda de sempre) e a de Mega Drive. É sobre a versão de MEGA DRIVE que iremos comentar porque ela tem muitas coisas que as outras não tem.
Uma das características mais legais é que o jogo segue o storyline do filme. A primeira fase é nas ruas de Gotham, quando o Batman deu aquela prensa nos ladrões de carteira, a segunda é na Axis Química com direito até a jogar o personagem do Jack Nicholson dentro do tonel químico. As fases seguintes seguem a mesma trajetória do Batman no filme: Museu Fulgerheim(?) e a Catedral na fase final. Ainda temos o direito de dirigir o Batmóvel e pilotar a Bat-Asa (?), vocês sabem, aquela nave do Morcegote.
O jogo é um side-scrolling beat n´up, ou na linguagem popular o famoso "bate e anda" ou "jogo de lutinha". No fim das principais fases os chefes também são saídos do filme. Pra se ter uma idéia a gente luta com aquele careca que segura o rádio e até com aquele babaca que fica balançando as espadas.
A última fase, a Catedral de Gotham, é uma dificuldade do caramba, cheia de espetos e plataformas voadoras (item básico nesses jogos)e nós re-enfrentamos (eita!) todos os chefes de fases que enfrentamos antes, além do nosso vilanesco Coringa (O palhaço, o Joker, o palhaço).
A jogabilidade é ótima, e o jogo tem um design de personagens e fases muito bem feito (seguindo com fidelidade o design do filme). Disso tudo nada a reclamar, ele ainda apresenta pequenas "animações" entre algumas fases. Mas o melhor vem agora: a trilha sonora! A trilha é tão boa que vou até pular o parágrafo.
Pulei. Então, se você ouvir a trilha sonora do jogo vai pensar "Não tem nada a ver com o Batemaaaaaaa", mas a graça está nisso! O compositor foi na contramão do que se esperava (uma música sombria e séria) e criou uma das trilhas mais divertidas dos games, capaz de fazer você cantarolar depois de jogar. Te desafio (Who´s the master??? Leroooooy!) a não ficar com a música da fase do batmóvel na cabeça depois de ouvi-la. ChiCREte da melhor qualidade! Naoki Kotaka é o nome do homem Buda o abençoe!
Mas como o pessoal do Bonga Shinbox é bonzinho, disponibilizamos aqui a TREILHA SUNORA do game completa, numa compilação produzida por Mói (leia MOÁ), ou seja eu mesmo! Isso você não vai encontrar em lugar nenhum (eu acho) até porque fiz com amor e carinho.
Clique no Cesar Romero para escrachar!
E agora acompanhe o jogo completo dividido em duas partes pelo Youtube:
A gente se vê no mesmo bat-canal!
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Falece o escritor e jornalista José Roberto Pereira, o BK.
Com muito pesar venho repassar a notícia da morte de José Roberto Pereira no último dia 09. Conheci o Zé através da revista JAPAN FURY e ANIMAX especializadas em mangás e animes e cultura japonesa em geral, que era bem conhecida na década de 90. O Zé era um dos editores ao lado de Sérgio Peixoto. Também conhecido por BK, Lord Seth ou JRP, Zé Roberto, ao mesmo tempo que era uma figura irreverente e engraçada, era um crítico feroz que muitas vezes irritou muitos. Na verdade ele o fazia para que os outros melhorassem seus trabalhos, só quem era muito orgulhoso não se tocava que em meio à critica feroz e cheia de palavrões havia dicas de como eles poderiam melhorar como artistas e pessoas.
O José Roberto ainda foi um dos precursores do movimento de animes e mangás no Brasil, além de ser editor e escritor de muitas HQs e revistas direcionadas à cultura pop. Foi ainda colaborador do Guia de Video da Nova Cultural, licenciador de filmes pela Reserva Especial e editor e roteirista dos quadrinhos licenciados do MEGA MAN. Além de tudo, seus podcasts eram verdadeiras aulas para quem um dia quiser se aventurar no mercado editorial e de quadrinhos brasileiros. Seu primeiro livro foi MUNDOS SEM SOL sobre um vampiro detetive numa Tóquio futurista e seu último trabalho foi MIL NOMES - O Guardião do Infinito pela Editora Ícone, que eu li e recomendo por ser na minha opinião, um dos melhores livros de fantasia e ficção científica nacionais dos últimos tempos. E eu esperava ansiosamente pelo livro MORGANNA sobre uma elfa executora em plena ditadura militar! Uma pena, pois pelo visto nunca será lançado.
Quero deixar meus sentimentos à sua esposa, a ilustradora de Mil Nomes, Marcia Harumi e à toda família. Que eles superem a dor nesse momento tão difícil. J.R. Pereira faleceu aos 47 anos de idade devido a um câncer no pâncreas e deixou três filhos.
Descanse em paz, "preta véia".
#CHUPAGORDA!
Site MIL NOMES: http://www.milnomes.com
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RIP
sábado, 24 de dezembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
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